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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Novos Modelos de Negócios



                                               “Pelo conselho [mútuo] se estabelecem firmemente os                                                   próprios planos.” — Provérbios 20:18



Autossuficiência refere-se ao estado de não necessitar de qualquer ajuda, apoio ou interação de outros, para sobreviver. É por isso um tipo de autonomia e pode ser entendida como o resultado de uma série de decisões estratégicas que viabilizam não apenas um novo modelo de atuação, mas também um novo patamar e um novo perfil gerencial para a empresa.

De acordo com especialistas, administrar as finanças de uma empresa é um grande desafio quando o empresário não domina certos conceitos, como faturamento, lucro, capital de giro e ponto de equilíbrio. Por isso é cada vez maior o número de homens de negócios que buscam dicas de especialistas para administrar bem as finanças. Na Bíblia lemos que ‘assente-se primeiro e calcule a despesa.’ — Lucas 14:28. Embora a Bíblia não condene fazer dívidas, ela alerta: “Quem toma emprestado é servo do homem que empresta.” (Provérbios 22:7). Mas “os pensamentos do diligente tendem só para a abundância" (Provérbios 21:5). Então, “ponha algo de lado, em reserva, conforme tiver prosperado” e economize para fazer o que é mais importante para você e sua família. — 1 Coríntios 16:2.

Num cenário de muitas possibilidades para os empreendimentos com um mercado amplo e receptivo às pequenas e grandes empresas, vem surgindo novos modelos de negócios. Mas, vale lembrar que não basta o mero desejo de tornar-se empreendedor, é necessário ser ativo e prover um relacionamento consciente com a comunidade. Esse é o pensamento do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, cuja missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável.

As facetas de um empresário equilibrado segundo John Mackey, da Empresa Whole Foods, é que “os propósitos inspiram as pessoas”. Ele que é fundador do Whole Foods, uma das redes de varejo mais admiradas do mundo, fala sobre a missão de gerir um negócio que não busca só o lucro. O executivo diz que a demanda por seu tempo aumenta exponencialmente à medida que o Whole Foods se expande — e ele definitivamente tem crescido. Ele é o grande nome por trás do Capitalismo Consciente, movimento que prega que as empresas devem se guiar por um propósito maior do que o de lucrar e remunerar investidores. Ao ser questionado pela Revista EXAME sobre quais seriam os princípios do chamado Capitalismo Consciente, o executivo respondeu que “o primeiro princípio é que todo negócio deve ser guiado por um propósito maior do que o de fazer dinheiro. O Whole Foods é movido pelo desejo de ajudar as pessoas a ser mais saudáveis".

O segundo princípio conforme John Mackey, é que você precisa criar valor para todos os públicos com os quais se relaciona. Reina no mundo dos negócios o raciocínio de que se alguém está se dando bem, como seus funcionários, alguém está se dando muito mal, provavelmente os fornecedores ou os acionistas. Trata-se de uma lógica equivocada. Nossa experiência mostra que fornecedores e funcionários satisfeitos prestam um serviço melhor, e isso deixa os clientes felizes. E clientes felizes são a melhor publicidade para um negócio — e isso beneficia os acionistas. 


Shalom!


Maria A. Paiva



Referências

1. Provérbios 20:18
2. Lucas 14:28
3. Provérbios 22:7
4.Provérbios 21:5
5. Coríntios 16:2
3. wikipedia
4. ethos.org.br
5. REVISTA EXAME






segunda-feira, 7 de maio de 2018

Fé e Graça




 A Bíblia — Novo Testamento, faz entender que somos salvos pela graça, através da fé. Se pudéssemos ser salvos pelas obras, Jesus não precisaria ter morrido na cruz; nós mesmos poderíamos nos salvar, e Ele teria derramado Seu sangue em vão, apesar de estar registrado em Efésios 1:7 “ temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.


Em Romanos 3:20-31 trata laboriosamente da justificação pela fé. No versículo 20 Paulo confirma que “ ninguém será justificada diante dele (de Deus) pelas obras da lei”. E no versículo 24 ele faz a clara afirmação: “sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. ” No versículo 28 diz: “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. ”

Aos efésios ele escreve a mesma coisa: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8). Já em Romanos 11.6 ele repete: “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça”. A seu amigo Tito ele também escreveu que somos justificados pela graça de Jesus Cristo. Ele o fez após ter explicado: “quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens, não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tito 3:4,5).

Essas explanações das passagens bíblicas demonstram que a salvação eterna só pode ser obtida pela fé na obra de redenção realizada por Jesus na Cruz do Calvário, exclusivamente pela graça que está totalmente disponível a todos. Jesus Cristo abriu o caminho. Que demonstremos nosso amor a Deus e nossa gratidão pelo dom da Sua infinita graça imorredoura.

Deus os abençoe abundantemente! 

Maria A. Paiva 







REFERÊNCIAS


Efésios 1:7
Romanos 3:20
Romanos 3:24
Romanos 3:28
Efésios 2:8
Romanos 11:6
Tito 3:7
Tito 3:4,5

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Por Meio da Oração



“Vejam com que amor o Pai nos amou! ” (1 JOÃO 3:1).  Quando ponderamos no grande amor que Deus tem por nós e em como Ele mostra esse amor, ficamos mais achegados a Ele e nosso amor por Ele aumenta. Por isso sentimos necessidade de nos comunicar com Ele. E como podemos fazer isso? — Por meio da oração. Jesus disse: Quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente" (Mateus 6:6).

Quando criamos o hábito de aproximar-nos de Deus em oração, sentimo-nos cada vez mais próximo dEle e nossos desejos tornar-se-ão mais como os dEle. Por isso oramos por outras pessoas e pedimos bênçãos que somente Ele está pronto a dar-lhes se pedirmos com fé. Mas você deve estar se perguntando: — Se Deus sabe de tudo, até mesmo dos meus pensamentos e necessidades, para que orar? ’ Essa é uma pergunta que muitas pessoas fazem. Afinal, Jesus disse que Deus “sabe do que necessitamos antes de lhe pedirmos”. (Mateus 6:8) e o Rei Davi, do Israel antigo, também sabia disso e escreveu: “Não há palavra na minha língua, mas eis que Tu, ó Jeová, já sabes de tudo. ” (Salmo 139:4). Então, por que precisamos orar a Deus? — Porque Ele está muito interessado em nossos pensamentos e quer que nos acheguemos a ele. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. ” — (Tiago 4:8)



Deus nos ama e está sempre pronto a ouvir e responder as nossas orações. O poder dessas orações só depende de nós. Ao esforçar-nos para tornar a oração parte de nossa vida, precisamos ter o cuidado para evitarmos “vãs repetições” quando falarmos com Ele (Mateus 6:7), mas com sentimentos amoráveis e reverência, afinal é uma conversa com nosso Pai Celeste.


Gratidão é o reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor. Então, Rendei graças ao SENHORporque Ele é bom, e a sua misericórdia dura para sempre. ” (Salmos 118:1). E que ao meditar sobre isso, possamos trazer à memória o quanto Deus tem feito por nós. Que também possamos lembrar que “Jeová é bom, uma fortaleza no dia da aflição. Ele se lembra dos que procuram se refugiar nEle (Naum 1:7).


Shalom!

Maria A. Paiva Corá




1.     Ver (1 JOÃO 3:1).  
2.     Ver (Mateus 6:6).
3.     Ver (Mateus 6:8).
4.     Ver (Salmo 139:4).
5.     Ver (Tiago 4:8).
6.     Ver (Mateus 6:7).
7.     Ver (Salmos 118:1).
8.     Ver (Naum 1:7).



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Na presença de Deus


Por  Maria A. Paiva Corá



Não há nada mais terrível do que estarmos separados de Deus. As escrituras chamam isto de morte espiritual. Samuel, um dos profetas do Livro de Mórmon, disse: “Toda a humanidade, tendo sido afastada da presença do Senhor pela queda de Adão, é considerada como morta” (Helamã 14:16). Somente através da Expiação de Jesus Cristo somos redimidos dessa morte espiritual. O profeta Leí ensinou que, devido à Expiação, “todos os homens vão a Deus; portanto se acharão em sua presença(2 Néfi 2:10).

Na Bíblia, em Lucas 10 está registrado um fato interessante sobre estar na presença de Deus. Os versículos 38-42 relatam que Marta hospedou Jesus em sua casa. Ela tinha uma irmã chamada Maria que “assentada aos pés do Senhor, ouvia a Sua Palavra” (v. 39), enquanto ela própria agitava-se de um lado para outro, “ocupada com muito serviço” (v. 40). A atitude de Maria causou indignação em Marta, o que a levou a reclamar ao Senhor, dizendo: "Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude! " (v.40). A resposta do Senhor foi: “Maria escolheu a boa parte” (v. 42). A boa parte, neste caso, não foi apenas ouvir a Palavra, mas, principalmente, estar na presença do Senhor.

Pode acontecer de ficarmos algum tempo na presença do Senhor sem nada ouvir Dele. Mas, o que realmente importa é estarmos na Sua presença. E como resultado dessa comunhão, temos a redenção da morte espiritual, bem como o aumento de nossa fé Nele.  Também temos a oportunidade de nos arrependermos de nossos pecados e obedecermos aos princípios e às ordenanças do evangelho, conforme está escrito no Livro de Mórmon, em Alma 13:27–30.

O Pai Celestial certamente nos incumbirá de Seus serviços, especialmente a pregação do Evangelho e cuidar dos irmãos que, porventura, estiverem desanimados. Nosso dever é não somente ensiná-los como também leva-los a ver a importância de se consagrar e se reconciliar com Deus continuamente. Porém, antes de ensinar, devemos primeiro praticar. Isso é o ministério do Evangelho da Restauração.

Efésios 4:22 diz: “Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos”. O velho homem se corrompe continuamente, mas o novo, criado segundo Deus, renova-se de dia em dia, pelo Espírito.  No versículo 24 não diz que o novo homem é criado segundo a imagem e semelhança de Deus, mas “criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade”.

Certamente em muitas igrejas sempre existem muito trabalho, todavia, por dependerem pouco do Espírito Santo, falta-lhes vida, o que os levam a ficarem cansados. Precisamos ser renovados constantemente na presença do Senhor! Todos precisamos ver, entretanto, que o Espírito Santo não para, e o mover de Deus é algo progressivo. Tanto os líderes como nós os irmãos devemos seguir em frente de coração íntegro, porque a única perspectiva segura é a esperança confiante no Senhor, como está escrito, por exemplo, na Menorá (o candelabro de sete braços) diante do Parlamento em Jerusalém: “’Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito’, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc  4:6).


Shalom!



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

José, esposado com Maria



Por Maria A. Paiva Corá


Não temos muitas informações a respeito da vida de José na Bíblia. Ele aparece poucas vezes, sendo que no início dos evangelhos de Mateus (capítulos 1 e 2) e Lucas (capítulos 1, 2 e 3). Porém, em Mateus 13:55 e Marcos 6:3, nos informa que ele era carpinteiro, uma profissão prestigiada na época.  Inclusive, o profissional nessa área aparece em primeiro lugar na lista das profissões de Construção Civil, conforme está escrito em  2º Samuel 5:11, 2º Reis 12:11, 2º Reis 22:4-6.

José era da tribo de Judá, a mesma do Rei Davi, e teve de ir de Nazaré na Galileia para Belém na Judeia, cidade dos seus antepassados, para o recenseamento ordenado pelas autoridades romanas. Ele pertencia à casa e à linhagem de Davi, conforme está registrado em Lucas 2:4.

Embora muitos cristãos não gostem de ler a primeira página do Novo Testamento porque tem muitos nomes estranhos, é lá que está o registro da genealogia de Jesus, desde Abraão até José.  “Ao todo são catorze gerações de Abraão a Davi, catorze de Davi até o exílio na Babilônia e catorze do exílio até o Cristo” (Mateus 1:1-17).  Já, em Lucas 3:23-38, temos essa mesma genealogia, porém em sentido contrário, desde José até Adão. Embora as informações diferem, são praticamente coincidentes.

É digno de nota o dia a dia na  profissão de José, para o conhecermos melhor. Para começar podemos dizer que ser carpinteiro naquela época não devia ser nada fácil. Procurar uma boa árvore, para obter a madeira adequada, não era uma tarefa simples. Não havia máquinas para transportar troncos, eles eram arrastados até o local de trabalho. Seu trabalho na carpintaria envolvia frequentemente a utilização de esforço físico e trabalhos ao ar livre.

Quantas vezes José precisou subir às montanhas, pois na maior parte do território de Israel só havia pequenos arbustos. Podemos imaginar sua casa com um grande quintal cheio de troncos de árvores. Nessa época ainda não havia serras elétricas, muito menos estufas para secar a madeira. Todos esses troncos de árvore, tinham de ser serrados manualmente para depois serem secos ao ar quente e seco da Nazaré. Certamente, era um trabalho árduo transformar os troncos em tábuas que pudessem ser utilizadas na sua carpintaria.

A arqueologia tem tido sucesso em fornecer subsídios para reconstruirmos o momento histórico no qual teria vivido Jesus. Um exemplo é o trabalho nas imediações de Nazaré. Escavações encontraram grande número de construções romanas do século 1. O fato jogou nova luz sobre a profissão do pai adotivo de  Jesus. “As novas descobertas mostram que a Galiléia, e em particular a região de Nazaré, era um verdadeiro canteiro de obras na época de Jesus. Muitos  homens adultos estavam envolvidos com alguma atividade ligada à construção civil”, diz Gabriele Cornelli, professor de teologia e filosofia da Universidade Metodista de São Paulo, em um  artigo no Guia do Estudante. 

A construção civil da época era geralmente de pedra. Havia em Jerusalém alguns edifícios, que certamente necessitariam de vigamento de madeira para os pavimentos. A cidade de Séforis, por exemplo, ficava a apenas 6,5 quilômetros a noroeste de Nazaré, onde Jesus foi criado. No entanto, o historiador judeu do primeiro século, Flávio Josefo, chamou-a de “o adorno de toda a Galileia”. Provavelmente havia muito trabalho para os bons carpinteiros da época. É bem possível que José tivesse trabalhado nesses edifícios ajudado pelo filho e jovem Jesus. 




Além de ser profissional competente, José certamente era um homem sábio,  forte, cheio de saúde,  um douto cheio de vigor, conforme Provérbios 24:5.  Ele estava noivo de Maria, uma linda jovenzinha que morava em Nazaré. Logo os preparativos para o casamento estariam concluídos e ela seria finalmente sua esposa. José certamente sentiu falta dela durante os três meses que estivera visitando sua prima na região montanhosa de Judá.

É possível imaginar Maria caminhando vagarosamente pela marcenaria, olhando e passando as mãos nas tábuas e nas peças trabalhadas com perfeição, por José. Quantas peças deveriam estar ali, e no balcão em que José trabalhava, deveria ter martelo, formão, serra circular, trena, serrote e prumo. Certamente foi num ambiente como esse que Maria falou para ele sobre a gravidez. Ela seguramente parecia feliz e preocupada ao mesmo tempo, quando disse que um anjo havia falado que ela teria uma criança. Ela explicou tudo com detalhes, esperando que ele compreendesse. Mas José deve ter pensado que anjos visitavam pessoas no passado, mas em Nazaré naqueles dias era pouco provável. Além disso, sua amada Maria estava grávida. E o que fazer diante de tal situação?




Enquanto Maria observava a reação de José, disse-lhe que o anjo havia dito que  ela teria um filho. Não um menino comum, mas um filho  muito especial. O anjo disse que o bebê seria chamado de Filho de Deus. E na Bíblia lemos que sendo ele justo, e não querendo denunciá-la publicamente, resolveu repudiá-la em segredo (Mateus 1:19).  “Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados". Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa” (Mateus 1:20-25). Em Mateus 2:13-14  e Mateus 2:19-21 temos novas aparições do anjo a que José prontamente obedece. Mateus registou também a fuga para o Egito.

Jesus teve pais justos na Terra para cuidar Dele e ensiná-Lo. Lucas mencionou Jesus aos 12 anos, quando ele ficou em Jerusalém, depois da festa. José e Maria voltavam para casa, não O encontrando, voltaram a Jerusalém para procurá-lo. Depois de três dias O encontraram no templo. Foi Maria que perguntou: "Filho, por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura". E José mostrou-se calmo, demonstrando ser um homem pacífico. (ver Lucas 2:41-48).

Apesar de não termos muitas referências sobre José na Bíblia, todas as informações são preciosas e nos mostram um homem de espírito pacífico e tolerante, além de ser um verdadeiro servo de Deus, que cumpriu fielmente a função para a qual  o Senhor o chamou. Parece que hoje em dia pouquíssimos cristãos se preocupam em agradar ao nosso Senhor, embora como servos de Deus tenhamos ainda muito mais motivos para esforçar-nos, para darmos  o melhor que pudermos.

Depois de ler este artigo, talvez você se pergunte: o que devo fazer mais, além do que já faço? Já servi missão de tempo integral, tenho cargo na igreja e faço serviço voluntário. Mas, mesmo uma função espiritual não é significativa, não nos distingue, pois  única e exclusivamente a maneira de COMO fazemos as coisas para o Senhor é o que realmente conta. E, assim como na vida de José, é de acordo com as nossas possiblidades, isso pode ser algo muito simples, algo que não aparece, que não é um espetáculo diante dos olhos dos outros. Somente importa que sejamos fiéis aproveitando as oportunidades onde os caminhos estão abertos para nós.

Um grande abraço!