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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Torres do World Trade Center e as torres edificadas dentro de nós




Por Maria A. Paiva Corá

Depois de quase dez anos  dos ataques de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos,quando foi destruído o  complexo  World Trade Center,  prédios edificados em Lower Manhattan, Nova Iorque, ainda constitui uma grande guerra no mundo, uma “guerra” interior e uma ameaça para todas as nações.

Olhando para esse caso, percebemos que todos  alicerces da Civilização foram produto da razão, não da vontade de Deus. Ficamos questionando porque aquelas torres caíram e se aqueles que morreram  naquele acidente horrível  eram  culpados e foram  punidos por pecados cometidos , mas  baseado na Palavra de Deus não existem culpados. Em Lucas 13:4-5 Jesus disse: “Ou vocês pensam que aqueles dezoito que morreram, quando caiu sobre eles a torre de Siloé, eram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? Eu lhes digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão”.  Não será poupado ninguém. Todos poderão sair feridos e muito. Alguns poderão até morrer, outros poderão ter a ingênua ilusão de vencedores, porém, o tempo lhes mostrará que no mundo só vencerão os que estiverem em Cristo.

Quando conhecemos o plano e o coração de Deus e vemos que o mundo ainda o desconhece, ficamos imensamente tristes. Só há uma saída: O arrependimento. Se você tem esperança nessa torre, então perca a esperança. Nossa única esperança é Cristo. Estão enganados aqueles que com uma visão distorcida, julgam conhecer a verdade achando que as potências dominantes costumam mudar o mundo nas operações de destruição do inimigo. Podemos ver aqui tratar-se da influência de Babel, que ainda está tão presente em nosso meio.

A Torre de Babel foi feita para exaltar o nome do homem. Nós continuamos construindo nossas torres de Babel. Estamos sempre preocupados em fazer conhecido o nosso nome, o nosso trabalho, a nossa empresa, a nossa posição social e temos um chamado “orgulho” espiritual. É aquele orgulho de acharmos que somos santos, somos os melhores, os mais competentes, os mais inteligentes e criativos. Temos o tempo todo procurado a nossa glória. Queremos a nossa fama, o nosso sucesso e a admiração dos demais.

Veja nos Estados Unidos todo aquele Império, aquela pompa, mostrando a marca do orgulho do capitalismo americano. Hoje, sabemos que aquele orgulho caiu, foi destruído e com transmissão ao Vivo para o mundo ver. Assistimos ao festival de acusações, provocando ainda mais a fúria do Império. Sabemos, entretanto, que outras torres irão cair. Outras torres serão destruídas. Precisamos questionar: Há torres edificadas dentro de nós? Se existem, essas torres têm que cair. São torres do orgulho, da arrogância, da presunção, do exibicionismo, do egoísmo, do preconceito, da imoralidade, da desonestidade, etc...  São torres  altamente danosas à integridade física, psicológica e espiritual.

O inimigo de Deus é muito sutil. Ele soube muito bem como atingir o mundo todo. Ele pegou o ponto mais importante, o ponto nevrálgico mesmo.  Na época da tragédia um  arquiteto  afirmou, pela imprensa e pela televisão que as torres caíram porque tinha um bloco de concreto de  600 toneladas sobre cada prédio,  que fazia o equilíbrio quando o vento batia. Além do peso, havia toda uma estrutura de ferro, estrutura metálica. Perdeu a capacidade de sustentação por causa do fogo. Com o calor, o ferro perdeu sua capacidade de sustentação. O ferro começou a entortar e tudo foi ao chão. Portanto, estejamos alerta, pois temos que lutar sempre pela verdade que possui infindáveis riquezas disponíveis que é a Palavra de Deus. É Deus, o nosso Criador, o nosso Protetor. É Ele a nossa fonte de Vida e de sustentação. Precisamos buscar essa fonte de vida, essa proteção, para sermos preservados da destruição. Somente se estivermos conectados com Deus teremos paz, força, amor e segurança.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Comprometimento é a chave para motivação e sucesso




Por Maria A. Paiva Corá

“As grandes empresas estão sendo cada vez mais tocadas por jovens com visão desenfreada para o posicionamento pessoal e para a ganância financeira. São frios nas relações de trabalho. Só conseguem olhar para o lado técnico e para os lucros. É um perfil diferente do antigo. Os novos líderes dos tempos modernos só pensam em custo/benefício. Não há mais aquela união... aquele prestígio, o que eu acho uma pena”, criticou o grande empresário paulista Mario Amato, que ocupou o cargo de presidente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), numa entrevista concedida para a revista Veja.

É claro que temos exceções positivas entre os jovens empreendedores nos dias de hoje. Quando vejo jovens brilhantes, talentosos e, sobretudo humanos, que valoriza o capital humano, eu me encho de esperanças. Estes são jovens que fazem a diferença, pois atualmente todas as organizações têm fáceis acesso a máquinas, equipamentos, instalações, tecnologias e recursos financeiros, mas inovações tecnológicas e alocações de recursos são conseqüências de processos humanos. O fator crítico de sucesso das grandes empresas é o ser humano, é gente que faz. Gente não é máquina, não é padronizada e quando motivada, valorizada, é altamente produtiva e comprometida. São pessoas que vestem a camisa da empresa e buscam o mesmo objetivo. Não há empresas sem pessoas. Não há desenvolvimento sem capital humano.

O comprometimento é a chave para a motivação e para o sucesso. O desempenho com expectativas de resultados positivos são desafiadores. Comprometimento é um estado de doação, empático, positivo e construtivo no qual cada um considera-se responsável pelo sucesso de todos da equipe. Reafirmo que é importante estabelecer o comprometimento, vestir a camisa e construir a partir da prática correta da auto-estima, uma afetividade maior. Não há nada melhor para elevar a auto-estima de alguém do que ser capaz de realizar uma tarefa, por mais simples que seja. Por isso os conceitos, de fácil entendimento, devem  ser internalizados por todos, com motivação, inovando sempre. E todos os esforços podem ser direcionados para que essas pessoas conheçam, gostem e se sintam parte vital do processo. Um grande exemplo disso é o Japão, um país de sucesso absoluto. Lá as pessoas são altamente comprometidas com o bem estar do país.









Pessoas de meia-idade, como categoria desempregada, estão totalmente deixadas de lado


Por Maria A. Paiva Corá


Vivemos em uma época em que a família não é levada em grande conta. Parece que, atualmente, a família não faz muita diferença. Existem alguns motivos para essa minha falta de entusiasmo. O legado de família é capaz de proporcionar um senso de estabilidade e tranqüilidade que transcende as flutuações da bolsa de valores, no entanto o que estamos vendo no Brasil é uma instabilidade econômica muito grande. Existem muitos pais de família desempregados e com sérias dificuldades financeiras. É preciso expandir e fazer crescer as oportunidades de empregos, não só para os jovens, mas também para os de meia idade.

É muito comum que, numa família, pai e mãe precisem trabalhar. Além de ser uma necessidade, traz também realização. Passamos metade do tempo em que estamos acordados exercendo uma profissão e como essa profissão é relevante para o nosso sustento e nossa auto-estima, que é o que temos de mais importante. E não existe nada pior para a auto-estima de um pai ou uma mãe de família do que a falta de recursos financeiros. A falta de dinheiro e o desemprego são devastadores porque gera o medo do futuro, a insegurança, ofensas a moral, críticas sobre a sua conduta, além de sarcasmos e a humilhação de não ter nada em casa para oferecer para os filhos.

Estamos vivendo  numa sociedade do conhecimento, onde as empresas estão mudando totalmente e vivendo numa guerra de valores, onde procuram por grandes talentos, gente brilhante e  inteligente. Falam-se muito em inteligência emocional, gente feliz, bem resolvida, etc... Mas quanto vale o cérebro de uma pessoa sofrida pela discriminação, humilhada pela dificuldade financeira e pela falta de oportunidades? Bem sabemos que o que mais afeta o cérebro é a emoção e a questão da sobrevivência é fatal.  A época agora é a da emoção. Trata-se do cérebro de uma grande caixa de emoções e que dela depende o sucesso e/ou fracasso.

Somos pais e queremos fazer a diferença, mas para fazer isso, teremos que ter as condições necessárias. Queremos uma boa escola para nossos filhos, que irá fazer o melhor para o desenvolvimento de suas habilidades. Além disso, queremos passar para eles uma visão otimista de nosso país, queremos poder planejar o futuro com eles, criando uma imagem de sucesso. Mas como fazer isso sem emprego e portas se fechando a todo o momento na nossa frente?

Acompanhando  entrevistas, reportagens e  debates com políticos podemos  observar como os tempos atuais são importantes para a história, mas lamentavelmente nem todos os envolvidos  são bonzinhos. Muitos  políticos fazem coisas erradas para levar vantagens na sua carreira política e enquanto candidatos prometem de tudo.  Com relação ao desemprego é um prato cheio para discussão, mas lamentavelmente não querem resolver  o problema.

Os senadores da República  deveriam propor mais projetos de lei de interesse da classe trabalhadora, além de revisar os projetos sugeridos pela Câmara Federal.  Estamos cientes da preocupação de alguns em criar novos empregos para  jovens, sobretudo  preocupação com  primeiro emprego e  formação profissional, mas quanto aos pais de família, aos quarentões que estão fora do mercado de trabalho e não conseguem emprego? Quanto aos cursos profissionalizantes que poderiam ajudá-los? Esses quarentões são pessoas dignas  que por alguma razão, encontram-se desempregados e fora do mercado de trabalho. São pessoas que foram demitidas de seus empregos depois de muito tempo de trabalho. Muitos não têm estudos e qualificação profissional adequada, além daquelas  pessoas que precisaram deixar o emprego por razões diversas.

No Brasil,  pessoas de meia-idade, como categoria desempregada, está totalmente deixadas de lado. É preciso algum projeto de apoio e assistência visando ajudar essas pessoas a se tornarem pessoas mais felizes e realizadas.  Delas também dependem o futuro do país, uma vez que muitas dessas pessoas são pais de famílias desempregados, que precisam sustentar crianças e adolescentes, estes mesmos que são objetos da grande preocupação dos ilustres deputados e senadores de nosso país.



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sem amor não há comprometimento e não há sucesso




Por Maria A. Paiva Corá

No limiar de um novo tempo pode-se dizer que as turbulências políticas no Brasil, mesmo indicando claramente a existência de desajustes, funcionaram em longo prazo como um processo de construção da democracia.  Não podemos esquecer que a formação do nosso jovem, seu temperamento, sua visão, sua escolha irá sem dúvida alguma definir parte significativa do destino do nosso país.

Entretanto, por causa da corrupção do homem e dos constantes ataques de violência, o Brasil precisa deixar de ser um país de hipócritas. É assustador como a violência e o embrutecimento dos costumes têm-se tornado cenas corriqueiras. Não passa um dia sequer sem que os meios de comunicação tragam notícias de violência, estupros e abusos sexuais de crianças. E bem sabemos que aquilo que chega a público é apenas a ponta do iceberg. Isso é visto no mundo inteiro. Ultimamente nas escolas têm acontecido as maiores atrocidades no meio dos estudantes. São adolescentes que agridem ao outro, ao social, a família e a si próprio. É bastante lamentável toda essa situação.

Liberalidade e falta de escrúpulos em todas as áreas fazem parte do nosso cotidiano. Tudo é permitido. Tabus e limites são considerados antiquados e ultrapassados. Com a crescente onda de violência verificada atualmente no país, muitos são os formadores de opiniões que têm se manifestado sobre o assunto. É o meu caso aqui neste blog. Eu não poderia deixar de falar sobre este triste tema, afinal é necessário frear, imediatamente, a imoralidade e a falta de ética, porque as conseqüências desse processo de decadência social serão terríveis e inevitáveis.

Perguntamo-nos como foi possível chegar a tal ponto? Quem protege nossas crianças, adolescentes e os jovens da sedução da sexualidade precoce, do consumo de álcool e de drogas, que arruínam as pessoas e que freqüentemente levam à morte ou ao suicídio? Todas essas provas de decadência são um claro apelo a vocês jovens para andarem na luz e mais próximos de Deus. A situação está tão séria que não podemos mais apenas comentá-la – devemos elevar a nossa voz e este é o nosso momento. Não vamos ficar adiando o que gostaríamos de fazer hoje objetivando amenizar este triste quadro. Jovens, é agora! O objetivo primeiro do Brasil na busca da redução da violência deve ser a identificação das causas e discutir o problema, buscando as soluções. Este é sem sombra de dúvida um dos grandes desafios para cada um de nós brasileiros.

Outro grande desafio para os jovens do nosso país é a atuação nas escolas. É preciso trabalhar os aspectos educativos, discutindo cidadania, direitos e deveres enquanto estudante e trabalhador. A escolha de seu trabalho com testes vocacionais voltados a aptidões é de real importância. Temos então que ter um olhar muito ampliado e engajado nas questões, com visão política e social.

Faz-se necessário estabelecer a cultura do comprometimento, construída a partir da prática correta da auto-estima. O modelo de comprometimento deve aceitar as pessoas como elas são: seres humanos – imperfeitos. Por isso precisamos ser mais tolerantes e solidários. Repetidas vezes, na Bíblia (no Novo Testamento) o amor é exaltado como o alvo mais elevado que existe. Sem amor não há comprometimento e não há sucesso. É inegável que nos últimos tempos os ataques têm se concentrado sobre a falta de amor pelo próximo – o amor tem esfriado pela injustiça que está tomando conta do mundo.

Os cenários normalmente são pintados de forma sombria: guerras, crise na economia mundial, catástrofes da natureza, epidemias, destruição do meio ambiente, manipulações genéticas... Além de tudo isso as pessoas ainda têm medo do futuro, que parece tão incerto, principalmente para os nossos jovens. A cada dia aumenta-se o pessimismo, aumentando ainda mais os temores. Onde está a esperança? Onde está a certeza inabalável de um futuro esplêndido e glorioso? Percebemos que os jovens estão perdendo o otimismo e ficando cada vez mais frios.

O grande desafio aqui é amar o nosso próximo, procurando uma maneira de construir um mundo melhor e mais humano. É a humanização mesmo. É de suma importância voltar ao princípio e não ter vergonha de ser sentimental. É muito gratificante poder ajudar alguém quando este precisa. Precisamos sair do conforto para outro patamar e isso implica em lidar com mudanças, quebra de paradigmas e enfrentar assuntos delicados requer competência. É muito bom olhar nos olhos do nosso irmão e ouvir o que ele tem a nos dizer e poder compartilhar nossas emoções e nosso viver. Precisamos nos humanizar mais, nos preocupar realmente com os outros ao nosso redor.

domingo, 24 de julho de 2011

Minha adolescência




Por Maria A. Paiva Corá




Na minha época de adolescente eu não sabia o que era pornografia e nada sobre sexo com violência e todas as perversões imagináveis que acontecem nos dias de hoje. Fico pensando como a pornografia é uma expressão de egoísmo. A pornografia retira a visão que temos do Criador.

Minha adolescência foi uma etapa e uma transição de vida muito tranqüila, pois naqueles tempos tudo era diferente e mágico. Uma das coisas mais incríveis que achei foi aprender a usar a minha liberdade inteligentemente. É difícil imaginar como seria a vida sem liberdade.

Aprendi muitos contos de fadas e sonhava com meu príncipe encantado. Comecei a namorar com 15 anos de idade e ganhei muitas serenatas (um presente emocionante e inesquecível para quem recebe, em forma de cantatas, com músicas românticas e sempre com uma declaração de amor, regadas a pétalas de rosas, fazendo-nos  sonhar com o luar) acompanhadas de muitas flores jogadas no alpendre de minha casa. Foi realmente fantástico e uma delícia!

Participei de muitos bailes com músicas ao vivo, com baladas e muita coca-cola. Tudo muito sutil e agradável, sem muita malícia. Sem falar nos vestidos maravilhosos que usei, com muitos babados, esvoaçantes e perfeitos para a ocasião. Claro, que não podia faltar o salto alto, que remetiam à sensualidade feminina, ressaltando pernas e quadris, além dos  cabelos que  precisavam estar impecáveis. A moda era assim mesmo!

Eu era extremamente sensível, por isso escrevi muitos poemas e sonhava acordada... Foi uma época muito especial de minha vida, assim como deve ser para todas as pessoas. São etapas importantes que não devem ser queimadas, precisam ser vividas e com muita intensidade e prazer, mas sem esquecer-se dos nossos verdadeiros valores reais. Não se deve fazer nada que comprometa a consciência.

Quanto às lembranças, são muitas, que precisam ser levadas pela vida toda e relembradas com muito carinho e ternura.



sexta-feira, 22 de julho de 2011

CORRER COM PESOS




Por Maria A. Paiva Corá

Os atletas que participam de corridas de velocidade costumam treinar com pesos sobre o corpo, buscando mais rendimento sob aquela condição adversa.

Acontece o mesmo na vida espiritual. As situações pesadas, de sofrimento e de limitação que enfrentamos, estão, na verdade, nos preparando para os momentos de liberdade e de bonança. Se não soubermos buscar o melhor desempenho nas circunstâncias adversas, certamente não saberemos aproveitar o tempo de “águas de descanso” que o Senhor nos dá. Se olharmos para o Senhor, agradeceremos pelos pesos e tiraremos deles o melhor proveito e as mais ricas lições.