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sábado, 17 de dezembro de 2011

Vencendo os desafios da vida


“O sucesso encoraja-os: eles podem porque pensam que podem.”
Virgílio


O segredo do sucesso é fazer de cada momento o melhor. E o melhor da vida é o nosso presente. Precisamos aprender a viver cada instante como se fosse inusitado.

Precisamos também de motivação em todas as situações. É essa motivação que faz com que a vida seja leve, interessante, agradável e maravilhosa.

Shalom!

Maria Paiva Corá


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A atual crise política é a pior que já presenciamos



Quem nunca ouviu alguém falar que não aprecia a política no Brasil. Pelo menos, não do jeito como é exercida nos últimos tempos.  Ela está abominável, com pouquíssimas exceções.

Alguém disse certa vez,  de forma indignada: ”Na minha época de juventude, os tempos eram outros. Existiam os partidos que representavam de alguma forma a direita, o centro e a esquerda. As coisas eram claras. Existia o idealismo. Vestiam a camisa e morriam-se por ela ou com ela.  Alguns políticos eram velhas raposas. Mas ilustres e honrados”.

Confesso que eu também não aprecio a política no Brasil em nossos dias. No passado, uma pessoa que mudasse de partido ficava no ostracismo pelo resto da vida, acusada de “vira-casaca”. Era a marca do opróbrio. Hoje, o termo perdeu a força porque se viram casacas o tempo todo, com muito pouco pudor.

O mais comum é fazermos julgamentos errados das atitudes dos outros, por isso muita gente diz coisas bem injustas, sem imaginar a extensão dos problemas envolvidos. Mas em se tratando da política no Brasil,  a verdade é que são muitos os despreparados que chegaram ao poder público e estão deslumbrados e a corrupção corre solta sem nenhuma punição. Trata-se de um triste espetáculo para o povo brasileiro, do qual faço parte. É lamentável ficarmos contemplando grandes tramóias e como tudo desandou.

“Invertendo a máxima de Lord Acton, não é o poder que corrompe os indivíduos: são estes que corrompem o poder” disse recentemente José Serra em um de seus artigos. Segundo ele, Basta compreender que não é o poder que corrompe os indivíduos, mas que são estes que corrompem o poder. Basta que o exemplo venha de cima. O país, aliás, cobra o fim dos erros, dos crimes e da impunidade, muitas vezes adornados pelo deboche de quem acredita estar fora do alcance da lei.

Concordo plenamente com ele, porque basta conversar com as pessoas,  e podemos perceber a imensa demanda social pela ética na vida pública. Não podemos nos conformar  com esse  deprimente espetáculo na vida pública de nosso pais.  A atual crise política é a pior que já presenciamos. Pouquíssimos políticos se preocupam em agradar ao povo, embora grande seja a bancada de cristãos, com muito mais motivos para esforçar-se. Colocar-se no lugar do outro é ato de respeito, consideração e reconhecimento de valor e se  eles foram eleitos pelo povo  precisam ter  tal atitude.

A história da política no Brasil tem aspectos muito assustadores. Em nosso tempo, por exemplo, as atrocidades cometidas no meio  são imensuráveis. No fim das contas, temos um mundo dividido entre as pessoas éticas, que sempre fazem todo o trabalho que precisa ser feito e aqueles que somente se  sustentam pelo favorecimento político.  Enquanto isso, “o povo coitado, um detalhe na história vai sofrendo como um judeu nas garras dos filisteus e curtindo o seu relento”.

Com votos cordiais de bênçãos,

Maria  Paiva Corá


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A vida de Mefibosete


Ele passou por um caminho difícil. O protagonista é Mefibosete. Ele era o filho mais novo de Jônatas, o queridinho do palácio, neto caçula do rei Saul. Viveu até os cinco anos de idade cercado de atenções e riquezas.

A história dele é interessante e está registrada na Bíblia, em II Samuel capítulo 4:4 e 9. Tudo começou quando houve uma guerra e tanto seu pai quanto o avô foram mortos. Não foi  somente isso, os inimigos mataram todos os membros da família real. A ama que cuidava de Mefibosete ficou apavorada quando recebeu a notícia do que estava acontecendo. Apanhou o garoto e o escondeu no meio de algumas roupas, para que ninguém percebesse, e saiu correndo, desejando pegar alguma carruagem e fugir para outro país.

Nessa correria, entretanto, tropeçou e caiu por cima da criança. Mefibosete se machucou feio. Como não podia ser atendido ali, pois podiam ser  reconhecidos, a ama preferiu continuar a fuga. Quando eles chegaram a um lugar seguro já era tarde demais e o menino ficou aleijado de ambos os pés.

De um dia para o outro, Mefibosete perdeu toda sua família, e precisou ser adotado por uma família estrangeira. Passou a morar com a família de Maquir, na cidade de Lo-Debar. Eram pessoas ricas e bondosas, mas mesmo assim ele sofreu muito. Outra mudança difícil foi se acostumar com a perda da habilidade para andar e correr.  Teria que passar o resto da vida dependendo de muletas.

Mas não precisamos ficar com pena de Mefibosete.  Igual a tantas outras crianças deficientes, que perderam os pais, ele cresceu,  teve direito a integração,  educação, saúde, lazer, transporte e família. Ele também aprendeu uma profissão e se casou e logo  teve um filho, que recebeu o nome de Mica. Como pode ver ele não desanimou, seguiu em frente. Aprendeu a conviver com suas perdas. Desenvolveu novas amizades. Conheceu os costumes do lugar onde morava e era muito querido por todos. Ele não ficou remoendo suas dificuldades e sofrimentos.

Ele provavelmente tinha mais ou menos  22 anos de idade, quando Davi, o rei de Israel, que fora muito amigo de seu pai, descobriu que ele estava vivo. “Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu use com ele da benevolência de Deus?” perguntou o rei a Ziba, um servo da casa de Saul: “Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés” respondeu ele (2 Samuel 9:3).

“Então mandou o rei Davi, e o tomou da casa de Maquir, filho de Amiel, de Lo-Debar” (2 Samuel 9:5). O rei insistiu para que  Mefibosete voltasse para Jerusalém. Fez com que fossem devolvidas a ele as terras e casas que tinham sido de sua família. E mais: Mefibosete foi considerado convidado especial para todas as festas e comemorações do palácio real. “E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa” (2 Samuel 9:7).

A vida de Mefibosete teve quase tudo para ser uma tragédia, mas ele não perdeu o ânimo.  É preciso ter a mente aberta para o novo, aproveitar cada dia, cada acontecimento, cada pessoa de convívio e buscar sempre o aprendizado. Foi exatamente isso o que ele fez, mesmo nos piores momentos de sua vida,  não  faltou-lhe a bênção de Deus e a vontade de vencer.

Saúdo a todos com votos de um feliz Natal!

Maria Paiva Corá



Um planeta feito de diamante




Encontrei um artigo que me chamou muito a atenção, que trazia o título:  “Some Alien Planets Could Be Made of Diamonds, Study Finds” ou  “Alguns planetas alienígenas poderiam ser feitos de diamantes, diz estudo”. Olhei com atenção e fiquei impressionada com o conteúdo fornecido pela SPACE.com em : 06 de dezembro de 2011.


Pesquisadores afirmam que alguns planetas alienígenas podem ser feitos em grande parte de diamante. Estes potenciais planetas gigantes, cujo interior pode ser até 50% de diamante, são apelidados de “super Terras de carbono”.

Mas enquanto tal lugar pode parecer bonito, imagino que você não gostaria de visitar, dizem cientistas. Um planeta de diamante, muito provavelmente, deve ser desprovido de vida e incapaz de suportar seres vivos como nós. Apesar desse lugar  parecer maravilhoso, não poderíamos viver lá.  "Achamos que um planeta de diamante deve ser um lugar muito frio, escuro," disse em um comunicado o  cientista Wendy Panero, líder do estudo.

Os diamantes são muito bons em transferência de calor, de modo que no  interior de carbono super-Terra iria congelar rapidamente conforme  todo o calor escapasse. Sem calor forte em seu núcleo, como a Terra tem, um planeta de diamante não teria a energia geotérmica, que significa que ele não teria placas  tectônicas, um campo magnético e uma atmosfera - tudo o que  torna a Terra tão hospitaleira para a vida.

Panero e seus colegas recriaram a temperaturas e pressões da camada mais baixa da Terra, chamada de manto, para estudar como os diamantes formam lá. Eles usaram esses resultados para construir modelos de computador simulando como os minerais poderiam formar em planetas alienígenas com mais carbono do que o nosso.

"É possível que os planetas que são tão grandes quanto quinze vezes a massa da Terra sejam a metade de diamante", disse Unterborn Cayman, um estudante de pós-graduação na Ohio State University. A idéia pode soar completamente estranha, mas não é.  Geólogos já suspeitavam que manto inferior da Terra, pouco acima de seu núcleo, contém uma camada rica de diamante. No entanto, planetas alienígenas que contêm mais carbono do que a Terra poderiam ter muito mais conteúdo de diamante.

"Nossos resultados são surpreendentes, na medida em que sugerem que planetas ricos em carbono podem se formar planetas com um núcleo e um manto, assim como a Terra fez," disse Panero. "No entanto, os núcleos seriam provavelmente muito ricos em carbono - muito como o aço – e o manto também seria dominado por carbono, muito na forma de diamante."

Um raríssimo diamante, algo que não aparece todo dia disponível, sem dúvida atrairia muitos colecionadores endinheirados que o compraria para colocá-lo num cofre, a famosa "fortuna portátil", que com pouco mais de algumas gramas  pode atingir um preço exorbitante. Agora, imagine um planeta feito de diamantes, não  parece incrível? Representa um capricho da natureza e um extremamente raro fenômeno geológico. Muita gente pode estar pensando que sem dúvida nenhuma seria um excelente investimento e muitos compradores, possivelmente negociantes de diamantes experientes, ficariam deslumbrados. E quanto a nós mulheres? Podemos ficar sonhando com esse lugar maravilhoso. Afinal qual mulher não gostaria de ter um  diamantes?

Sonhar não paga impostos!

Até breve!

Shalom!!!

Maria Paiva Corá


domingo, 11 de dezembro de 2011

A árvore foi cultivada a partir de uma semente de 2.000 anos de idade




Conforme Informações recebidas do The Jerusalem Post, uma árvore, agora de 2,5 metros de altura, foi cultivada a partir de uma semente de 2.000 anos de idade, que arqueólogos encontraram em uma escavação em Masada na década de 1960. Uma equipe de pesquisadores plantou a semente inicialmente em um local secreto para  não ser roubada. Agora espera-se que a planta, que é de uma espécie rara, produza frutos que possam  ser usados ​​para fins medicinais e de alimentos.

Alguns anos atrás, o Dr. Sarah Sallon, um especialista em medicina natural na Organização Médica Hadassah, ouviu um boato de que Bar-Ilan University botânica Prof Mordechai Kislev tinha as "sementes hibernando" que tinham sido encontrados durante a escavação arqueológica. Ele recebeu algumas e  transferiu-as para Dra. Elaine Solway do Instituto de Estudos Ambientais Arava em Ketura. A árvore  plantada na  quinta-feira, 24 de novembro de 2011, foi a primeira que brotou. Dados sobre o experimento foram  publicados na prestigiosa revista Science. A muda foi testada usando um carbono-14 isótopo radioativo na Universidade de Zurique. Os resultados mostraram que a semente era do período do cerco romano de Masada de dois milênios atrás.

Diferenças genéticas foram encontradas entre a data antiga e as modernas. A cepa foi identificada com o Reino da Judéia e figuram nas moedas romanas após o fracasso da rebelião contra os romanos. A espécie foi conhecida depois de ter qualidades terapêuticas e um delicioso sabor, mas tinha  desaparecido da terra. "Precisamos renovar a nossa familiaridade com as plantas antigas que uma vez que cresceu na região e investigá-las cientificamente para determinar suas características. Hadassah  é bem conhecida por seu desenvolvimento da moderna tecnologia médica, e também por  promover o descobrimento de  antigos tratamentos médicos ", disse Sallon.


O que foi relatado até aqui comprova que Deus existe e é real. O fato de a semente sobreviver até hoje, depois de 2.000 anos é um testemunho de Sua existência e soberania. Só Deus é capaz de criar vida e  cabe aos cientista descobrí-la. É abusolutamente fantástica a maneira como a transmissão de informação genética foi preservada na planta. Tentamos localizar Deus no espaço seguindo a nossa imaginação, mas a criação demonstra que existe Deus, e através dela podemos tirar nossas  coclusões. O fenômeno da vida é uma qualidade que vai além da física e da química. Informações como essa causam a impressão de que se trata de um experimento bem sucedido, quando, na verdade, partiu-se de seres vivos já existentes. Aqui, tampouco se originou informação, mas foram feitos experimentos com informação já existente.

Desejando uma festa de Natal feliz e abençoada!

Shalom!

Maria Paiva Corá


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Método que funciona



Monty Roberts,  com o seu aguçado senso é  um pioneiro na comunicação com cavalos. Ele batizou essa linguagem de “Equus”. Ouvindo-os, ele os iniciou para  corridas e rodeios sem chicotes, sem  esporas e, o que é fundamental, sem violência alguma. E faz como ninguém, um trabalho fantástico com o equinos. Segundo ele só existem duas maneiras de domesticar os cavalos, a fim de torná-los úteis como montarias.

O primeiro método é baseado na violência. O cavalo é submetido a várias sessões onde suas reações naturais são reprimidas pelo uso do chicote. Esse processo não é confiável. Mesmo que o cavalo possa ser montado, qualquer oportunidade que surgir, ele tentará escapar ou mesmo derrubar seu cavaleiro.

O segundo método é muito trabalhoso, detalhado, progressivo e demorado, mas é muito mais eficaz. Monty Roberts, o idealizado da Doma Racional, o grande encantador de Cavalos como é chamado,  inventou ferramentas de trabalho para reduzir o stress da lida: um freio salivador, rédea acolchoada, sela de alta tecnologia para reduzir o impacto no lombo. Sempre baseado no princípio de que a violência não é a resposta. Ele criou também uma escola. Gente do mundo inteiro vai para lá ver como ele inicia, prepara e educa os animais. Mais do que um simples método é uma filosofia da não violência, enfatizando a perseverança, a paciência, o respeito pelos animais, humildade e simpatia. Seu rendimento é de quase cem por cento de aproveitamento. Ele é baseado no carinho e atenção do domador em relação ao cavalo. Um vínculo de confiança e amor é desenvolvido entre cavaleiro e montaria até que, finalmente, o cavalo torna-se plenamente útil.
O processo de transformação do ser humano também é muito difícil e demorado. Graças a Deus, o método por Ele usado para nos aperfeiçoar está baseado em Seu amor e misericórdia. Assim como Salomão comparou sua amada  às éguas dos carros de Faraó, conforme lemos em Cânticos 1:9: “A uma égua dos carros de Faraó eu te comparo, ó amada minha”, podemos também ser comparados pelo Senhor como uma daquelas éguas, porém assim como Salomão, Seu tratamento para conosco é: “ó querida minha” (Ct. 1:9).

As éguas de Faraó eram tão conhecidas no mundo antigo e tão bem tratadas que se tornaram símbolos do que de melhor havia naquela época. Elas  eram dotadas de beleza, força, coragem, rapidez, teimosia, firmeza e eram preparadas para a guerra. Elas entravam nas lutas com muita intrepidez e coragem. Mesmo feridas não desistiam de lutar, não paravam diante de obstáculos e avançava contra os inimigos impetuosamente. Então se trata de um grande elogio e não precisamos nos sentir ofendidos com isso, porque sabemos que o tratamento de Deus  para conosco é de muita gentileza e amor. Esse método é o mais eficaz, e é a garantia de que mais cedo ou mais tarde seremos totalmente úteis ao Senhor!

Shalom!

Maria Paiva Corá


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A bênção de Deus sempre é abundante



O rei Josafá  foi o 4º rei de Judá e reinou durante 25 anos. Durante o seu reinado, houve grandes mudanças,  como  o combate à idolatria.  Ele também fez   grandes reformas militares, políticas e religiosas. A história  dele é de fato muito encorajadora. A maioria dos reis buscava o seu próprio benefício, mas ele estava interessado no benefício do povo. Ele tomou atitudes que resultaram na unidade de todo o seu reino, e isso fizeram com que o povo ficasse forte. Ele não agia sozinho; agia com o povo, e por isso tornou-se um exemplo positivo para nós. Assim também devem agir os líderes do povo de Deus, cientes de que tudo o que fazem é padrão para os demais.

Lemos em 2 Cr 20:1-30 que quando ele tomou conhecimento da invasão planejada pelos amonitas e moabitas contra o seu reino  teve  medo e pôs-se a buscar o Senhor em oração: “Ah! Nosso Deus [...] em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti” (v.12). A resposta divina à oração do rei de Judá foi surpreendente:  “Então veio o Espírito do SENHOR no meio da congregação e disse: Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a batalha não é vossa, mas de Deus. Amanhã [...] não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o livramento que o SENHOR vos dará,” (2Cr 20:15-17)

Josafá dependia de Deus e seus atos comprovam isso. Diante de um grande perigo, ele levou  o povo de Judá a buscar a Deus. O resultado foi uma grandiosa vitória. Todo o povo provou que a bênção de Deus sempre é abundante quando cremos nEle e Lhe obedecemos.

Shalom!

Maria Paiva Corá